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Perguntas mais frequentes

 1.  Em que tipos de material pode ser utilizado o sistema LSATM? Apenas em papel?
O sistema LSATM opera sobre todos os materiais que não sejam completamente transparentes nem espelhados. Foi testado em papel, cartão, cartão revestido, diversos tipos de plástico (PVC, policarbonato, nylon), metais e cerâmicas industriais. Não opera sobre vidro transparente.

 2.  O que acontece quando o documento ou item se encontra sujo ou danificado?
O sistema LSA™ resiste a danos elevados infligidos aos itens. No que diz respeito ao papel, realizaram-se testes nos quais o papel foi colocado num forno (simulando o seu envelhecimento), submerso em água, riscado com uma caneta, sujeito a abrasão e amarrotado. Em todos os casos, conseguimos reconhecer a impressão que havia sido medida inicialmente, mesmo depois de danificada.

 3.  Quão rápida é a leitura de impressões do sistema LSA™?
O tempo de leitura de uma impressão encontra-se limitado apenas pela rapidez de movimentos do leitor em relação ao item. No caso de leitores portáteis de pequenas dimensões e com um pequeno motor, a leitura de impressões demora cerca de 1 minuto. Contudo, se o item se encontra em movimento (como numa linha de produção ou impressão), podem atingir-se velocidades de 20 metros por segundo. Raramente se encontram velocidades tão rápidas como estas, mesmo em ambientes de maior produção; por isso, o sistema LSA™ consegue ler impressões em tempo real sem abrandamento da produção.

 4.  Qual o tamanho do ficheiro de armazenamento de cada impressão?
O utilizador pode seleccionar o tamanho do ficheiro num intervalo de 125 — 750 bytes. Quanto maior o ficheiro, maiores os danos que o item pode suportar sem perder a sua capacidade de reconhecimento. Recomendamos 500 bytes para cartão revestido e outras superfícies brilhantes; a maioria dos plásticos mate e documentos em papel requer apenas 250 bytes.

 5.  Produzo 1 bilião de documentos por ano. É possível armazenar cada uma das respectivas impressões?
Claro que sim. Com 500 bytes por item, um inventário anual ocuparia 500 gigabytes, correspondentes a um disco rígido.

 6.  Os meus inspectores pretendem validar os itens em campo. Para que tenham sempre consigo as impressões mais recentes, preciso de actualizar diariamente os discos rígidos na sua posse?
Não. A maioria das operações em campo utiliza um computador portátil, ligado à Internet através de um cartão GPRS. O operador procede à leitura do item através do leitor; a impressão é transmitida à base de dados central através da Internet, sendo aí realizada uma pesquisa no inventário de itens genuínos. O resultado é então transmitido ao operador.

 7.  Imagine que desconheço a localização de uma impressão na base de dados. Quanto tempo demora o processo de correspondência de um item que tenha sido lido?
É fácil realizar pesquisas com o formato de dados do sistema LSA™ (por exemplo, muito mais fácil quando comparadas com a pesquisa de impressões digitais humanas). Um computador de secretária comum consegue testar 10 milhões de alvos por segundo, enquanto que um servidor empresarial alcança 100 milhões por segundo. É possível pesquisar a maioria dos inventários em poucos segundos.

 8.  Possuo um inventário com 100 mil milhões de itens em permanente circulação. Posso utilizar o sistema LSA™?
Sim. Possuímos sempre duas bases de dados, excepto no caso de inventários de pequenas dimensões. Uma corresponde à base de dados primária, contendo as impressões completas e os metadados completos. A outra inclui aquilo que denominamos como miniatura da impressão. Trata-se de uma versão mais reduzida da impressão. Ainda que não proporcione uma fiabilidade de correspondência tão alta, pode ser pesquisada de forma igualmente rápida. Utiliza-se a base de dados de miniaturas para obter uma lista de correspondências prováveis; é feita uma correspondência entre os itens desta lista e os da base de dados completa, reduzindo drasticamente a quantidade de dados a recuperar. Temos ainda outra estratégia para pesquisar rapidamente bases de dados de grandes dimensões. Em grandes inventários, os produtos possuem geralmente algumas características (por exemplo, data de validade, número de lote ou marca) que podem ser utilizadas para dividir a base de dados em secções mais reduzidas. Estas são utilizadas para reduzir o número de miniaturas a pesquisar para cerca de um mil milhão. É assim possível encontrar uma correspondência em 30 segundos.

 9.  Quero preencher, em tempo real, uma base de dados com as impressões de embalagens em movimento numa linha de produção. Não posso garantir que se encontrarão sempre na mesma posição. Qual a tolerância do sistema LSA™ em relação ao posicionamento das embalagens?
A tolerância de posicionamento intrínseca do sistema LSA™ é de ± 1 mm. Os leitores da linha de produção podem controlar várias cabeças de leitura, distando cerca de 1 mm entre cada uma. As impressões são posteriormente armazenadas numa base de dados; basta uma correspondência entre qualquer uma delas para validar um item. Por exemplo, suponha que o item se desloca 4 mm na linha de produção. Nesse caso, utilizar-se-iam 4 cabeças de leitura, cada uma gravando uma pista de 1 mm. Aumenta-se assim o tamanho da base de dados num factor de 4. Mas este facto raramente constitui uma preocupação.

 10.  Não quero gravar cada item na base de dados; existe alguma forma de avaliar uma característica comum dos meus produtos?
O sistema LSA™ não foi concebido para operar deste modo. Se existisse uma característica comum, um falsificador poderia aprender rapidamente a reproduzi-la. Só poderá tornar-se imune à contrafacção se armazenar os dados referentes a cada item. Não existem razões para não gravar as impressões de todos os itens quando é tão económico obter espaço adicional para a base de dados (cerca de 1 Euro por gigabyte).

 11.  Qual a área de leitura mínima e máxima?
O sistema LSA™ foi concebido para ler um rectângulo com 5 mm de comprimento e 40 mm de largura. Mas é possível personalizar o comprimento do rectângulo. No caso de papel, é possível operar com um comprimento de leitura de 10 mm. Para materiais em plástico e cartão revestido, o comprimento mínimo recomendado é de 30 mm. Não existe nenhum limite teórico para o comprimento máximo, ainda que tal aumente o tamanho da base de dados e raramente existam vantagens na leitura de rectângulos com comprimentos superiores a 60 mm.

 12.  O sistema LSA™ consegue ler impressões a partir de superfícies coloridas ou impressas?
Sim. Os leitores LSA™ conseguem distinguir segmentos impressos dos lisos. O software pode ser configurado para que se concentre apenas nos segmentos lisos ou de modo a incluir tudo. Em ambas as situações, é necessária alguma calibragem para que o software aprenda a distinguir quais os segmentos do seu sinal que correspondem à impressão e aqueles que se encontram estampados. Poderá consegui-lo realizando a leitura de alguns itens virtualmente idênticos através do sistema. O sistema aprende rapidamente quais os segmentos aleatórios do sinal e quais os fixos.

 13.  O sistema LSA™ utiliza um laser. Existem implicações a nível da segurança e da saúde?
O sistema LSA™ utiliza um díodo laser com um comprimento de onda de 635 nm e uma potência de saída de 1 mW. Encontra-se em conformidade com as normas ANSI Z 136.1 classe II e IEC/EN 60825-1 classe 1M. Desde que não sejam utilizados instrumentos ópticos para visualizar o feixe, é intrinsecamente seguro. Não existem implicações de segurança e saúde conhecidas na utilização deste tipo de laser. O próprio laser é menos poderoso do que os ponteiros laser utilizados em conferências.

 14.  O sistema LSA™ consegue detectar alterações localizadas num documento?
Sim. O software analisa a não-correspondência entre segmentos localizados da área de leitura e a impressão constante da base de dados. Pode indiciar uma adulteração localizada — por exemplo, a substituição de uma fotografia num passaporte ou a raspagem da assinatura num documento.

 15.  Qual a probabilidade de dois documentos partilharem a mesma impressão?
No caso de documentos em papel e plástico mate, cerca de 1 em 10 elevado à potência 100. Para itens em cartão revestido, cerca de 1 em 10 elevado à potência 30. O cálculo probabilístico foi feito através de uma distribuição estatística binomial. A impressão é dividida em 1000 segmentos. Através de funções de correlação cruzada, demonstra-se em primeiro lugar que estes segmentos são independentes entre si e que a probabilidade de correspondência acidental de um dado segmento é de 0,5. Utiliza-se uma distribuição estatística binomial para avaliar a probabilidade de correspondência acidental de n ou mais de um total de 1000 segmentos. Como controlo final, procede-se à leitura de uma grande quantidade de itens e posterior correspondência de todas as impressões, obtendo-se um histograma da qualidade de correspondência. O desvio padrão da distribuição está associado ao número de graus de liberdade na aleatoriedade, algo que pode ser confrontado com as hipóteses utilizadas. Pode obter mais informações através da ligação “Supplementary information”, disponível a partir da conceituada revista Nature em
http://www.nature.com/nature/journal/v436/n7050/edsumm/e050728-05.html

 16. O que acontece se o item a ler for laminado ou estiver embrulhado em papel celofane?
O sistema LSA™ baseia-se numa técnica óptica; por essa razão, o laser atravessa todas as camadas ou invólucros transparentes e lê a primeira superfície não-transparente que atinge. As embalagens acondicionadas em papel celofane podem ser lidas antes de embaladas; mais tarde, pode mesmo assim obter-se uma boa correspondência da impressão procedendo à leitura através do papel celofane.

 17.  É fácil utilizar o sistema LSA™?
Sem dúvida. Basta ao operador colocar o item no leitor, alinhá-lo empurrando-o através da pista e clicar num ícone do software. A interface do software pode ser programada para emitir uma resposta tão simples como sim/não ou emitir um diagnóstico mais pormenorizado do item. Todas as acções executadas pelo software e hardware são gravadas num ficheiro de registos para fins de auditoria, segurança e controlo da qualidade.

 18.  Qual o custo do sistema LSA™?
Quando comparado com a maioria das tecnologias de monitorização, o sistema LSA™ tem um preço incrivelmente económico. A estrutura de custos apresenta 3 partes: hardware, licenciamento e base de dados. A maior vantagem financeira deste sistema é o facto de não existir nenhum custo por item; ou seja, não é necessário pagar pelo chip ou impressão de cada item produzido. A impressão encontra-se no próprio item; tudo aquilo de que necessita é do hardware de leitura e da base de dados de armazenamento. Os custos exactos são avaliados para cada cliente individual. Contacte-nos caso pretenda obter um orçamento.

 19.  Já existem empresas que utilizam o sistema LSA™?
Trata-se de uma abordagem completamente nova na área dos sistemas de segurança e monitorização. Encontramo-nos presentemente a instalar leitores em linhas de produção de empresas seleccionadas. Contacte-nos caso pretenda instalar um modelo na sua empresa.

 20.  O sistema LSA™ recebeu cobertura dos meios de comunicação?
Sim, uma cobertura ampla! Consulte a cobertura noticiosa »

 21.  Onde posso encontrar mais pormenores acerca da tecnologia por detrás do sistema LSA™, editados em publicações revistas por pares?
Queira consultar o relatório do Professor R. Cowburn, publicado na conceituada revista Nature (Nature 436, 475 [2005]). Pode transferir uma cópia gratuita do artigo a partir de
http://www.docurights.com/drmaker.cgi?vid=5628=310288

Este artigo incluiu dados suplementares altamente técnicos. Pode aceder-lhes a partir da ligação “Supplementary information” em
http://www.nature.com/nature/journal/v436/n7050/edsumm/e050728-05.html

 22.  O sistema LSA™ foi patenteado?
Sim, a Ingenia Technology Limited é proprietária de um número de patentes (registadas e pendentes) cada vez maior que abrangem os princípios básicos do sistema LSA™, diferentes implementações, algoritmos do software e aplicações de método empresarial.

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